O assassino que habita em (quase) todos nós
Se lhe perguntassem se alguma vez imaginou matar alguém, provavelmente ficaria ofendido.
Afinal, matar é coisa de assassinos, psicopatas ou monstros. Pessoas comuns não pensam nessas coisas. Ou pensam?
A resposta pode ser mais surpreendente e ao mesmo tempo mais incómoda do que gostaríamos de admitir.
Em estudos conduzidos por David Buss e colaboradores, uma larga maioria dos participantes admitiu ter imaginado matar alguém pelo menos uma vez ao longo da vida. Os alvos mais frequentes não eram desconhecidos, mas parceiros amorosos, rivais, colegas de trabalho, superiores hierárquicos ou outras pessoas próximas. A esmagadora maioria nunca teve qualquer intenção séria de concretizar essas fantasias.
E o dado mais surpreendente, porém, nem sequer é este. É que a esmagadora maioria........
