O Herói de Sydney combateu identidade com instinto
No quarto dia de Hanukkah em Sydney, de repente, o sagrado tornou-se profano. Um atentado antissemita dirigido não apenas contra certas pessoas, mas contra a própria ideia de convivência pacífica. No ciclo noticioso habituado à contagem de corpos, este momento ameaçava ser apenas mais uma estatística longínqua esquecida na manhã seguinte. Mas algo interrompeu o guião habitual do horror.
Um homem, sem distintivo e sem colete à prova de bala, viu o que ninguém quer ver. E em vez de recuar, avançou. Sem proteção, sem garantia de sair ileso. Fê-lo porque entendeu, naquele instante, que ficar parado não era uma opção: escolheu arriscar a própria vida para salvar a dos outros.
Este detalhe importa. Estamos........
