A ridícula farsa ´infantina` dos três minutos
Coitados desses jovens que, tal como os indesejáveis que ocupavam a arena do Coliseu romano de outrora, estão condenados, em última instância, a arriscarem a sua integridade física diante de milhares de espetadores acumulados nas bancadas onde se disputam os jogos do mundial de futebol. Desta vez, não se trata exatamente de uma compita entre homens celerados, ou entre eles e umas escolhidas feras, mas sim de uma coletiva defesa de 22 inocentes contra um comum e omnipresente inimigo: uma tóxica mistura de envolvente calor e humidade que potencia um rude golpe e prejuízo na saúde de cada um desses exímios intérpretes da arte do ´futebolar`.
É esta, grosso modo, a constatação plena de humanidade, da FIFA, organização competente pela organização do Mundial de futebol, justificando em consequência a introdução de uma nova regra no que respeita ao próprio desenrolar dos 90 minutos regulamentares de cada encontro: esse período de tempo, que até agora apenas autorizava um intervalo de 15 minutos para os jogadores voltarem aos balneários e refrescarem, não apenas o corpo, mas também as ideias, passou a incluir igualmente uma paragem de 3 minutos, a meio de cada uma das duas partes de 45 minutos. A justificação oficial é a de se cuidar da proteção da saúde e bem-estar dos jogadores.
Ninguém ousará pôr em causa o........
