A Europa clássica unida diante da bela pauta
De Lisboa a Viena, de Valência a Helsínquia, de Hamburgo a Paris, de Londres a Bruxelas, de Poznan a Estocolmo, de Wiesbaden a Atenas, de Estrasburgo a Kiev: que magnífica maratona musical, esta à qual tive o privilégio de assistir através da cadeia televisiva europeia por excelência, a franco-germânica ARTE.
A essa exuberante afirmação de pujança, foi dada a designação de Festa da Música, ou mais especificamente, de EUROPIANO: realizou-se no longo dia do solstício de verão, em simbólica união de todos os países e nações que sempre arranjam tempo para erigir uma exortação coletiva pela paz e harmonia. Pois afinal, não é a Ode à Alegria, da nona sinfonia de Beethoven, o nosso hino comum?
Sabemos de muitas outras manifestações igualmente encantatórias, de timbre e tom popular, todas elas meritórias e provavelmente oportunas. Mas desta vez foi tempo exclusivo da dita música clássica- surgida em meados do........
