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O que você pode aprender com a startup Viver de IA, que projeta faturar R$ 100 milhões em 2026

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23.03.2026

Por muito tempo, o ápice do sucesso para quem criava um negócio parecia ser um só: levantar uma rodada milionária de investimentos. Mas e se a verdadeira revolução do nosso tempo for justamente não precisar do dinheiro de ninguém?Quando comecei a empreender, em meados de 2012, conseguir um cheque de uma Venture Capital era, antes de tudo, uma questão de sobrevivência prática. Toda startup era uma fornalha devoradora de caixa lutando por tração. Mas, no fundo, o aporte também funcionava como um selo de aprovação: a constatação inebriante de que alguém, além de você e dos seus sócios, estava comprando aquele bilhete para o sonho do unicórnio.

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Lembro perfeitamente do frio na barriga e da euforia quando consegui o meu primeiro aporte. Na época, os investidores-empreendedores Ricardo Marques (um dos fundadores da Elemidia, vendida para o Grupo Abril) e Fátima Pissarra tinham acabado de juntar forças para trazer a operação da Vevo ao Brasil.Eles decidiram integralizar a ClapMe, minha primeira startup, dentro do vibrante ecossistema de negócios que criaram – o mesmo celeiro de onde, mais tarde, brotaram gigantes do marketing de influência, como a Spark e a Mynd8. Mas por que corríamos tanto atrás desse dinheiro? A resposta era matematicamente cruel:........

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