Muito além da estatueta: o plano de negócios global que o cinema brasileiro pode nos dar
Um pequeno aviso antes de começarmos: se você clicou aqui procurando treta política ou munição para a sua próxima discussão no grupo da família, pode fechar a aba em paz.
Este texto passa longe de qualquer polarização. Na verdade, é o oposto disso. É uma visão otimista compartilhada com quem, independentemente da visão política, torce e trabalha pelo progresso prático do Brasil.
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Agora que a poeira do tapete vermelho baixou e o brilhante “O Agente Secreto” fez história na 98ª edição da premiação organizada pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, apesar de não ter levado nenhuma estatueta para casa, a pergunta que fica não é mais se somos bons. A questão central é: por que a ascensão do cinema brasileiro traz oportunidades que atropelam as fronteiras do entretenimento e invadem a economia real?
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Não sejamos ingênuos. Os Estados Unidos não se tornaram a potência soberana que são apenas com mísseis, bancos e microchips. Eles usaram a sétima arte para desenhar a reputação e o comportamento do mundo. Uma estratégia tão simples e, na mesma proporção, tão efetiva, que o cinema americano........
