EUA capturam Maduro: invasão ou combate ao crime organizado?
* Por Vinicius Ayala
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Em 3 de janeiro de 2026, o mundo acordou com uma notícia que parecia saída de um roteiro hollywoodiano: forças especiais dos Estados Unidos capturaram Nicolás Maduro, presidente da Venezuela, em solo venezuelano. A operação militar, executada pela elite da Delta Force com apoio de porta-aviões nuclear, drones e cerca de 15.000 soldados, resultou na prisão do líder sul-americano e sua transferência para Nova York, onde Trump divulgou imagens dele algemado e vendado.
A questão que divide juristas, diplomatas e analistas internacionais é simples na forma, mas complexa na essência: os Estados Unidos realizaram uma operação legítima de combate ao crime transnacional ou cometeram uma flagrante violação da soberania de um país independente?
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Primeiro-ministro francês considera operação dos EUA na Venezuela 'ilegal' Quais países podem estar na mira de Trump depois da Venezuela? Como o ataque à Venezuela afeta as relações entre China, EUA e países sul-americanosNicolás Maduro não era exatamente um líder carismático. Escolhido pessoalmente por Hugo Chávez como sucessor antes de sua morte em 2013, ele foi constantemente subestimado por adversários que apostavam em sua fragilidade política. Mas Maduro provou ser um sobrevivente nato.
Durante quase 13 anos no poder, ele enfrentou a pior crise humanitária da história venezuelana, testemunhou o êxodo de 8 milhões de cidadãos e resistiu a pressões internacionais crescentes pela sua saída. Para manter-se no comando, adotou estratégias cada vez mais autoritárias: neutralizou a Assembleia Nacional em 2015 através do Tribunal Supremo de Justiça e criou uma Assembleia Constituinte em 2017 para anular completamente a........





















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