Um código QR também pode ser uma armadilha: a prevenção começa nos nossos hábitos
Um código QR também pode ser uma armadilha: a prevenção começa nos nossos hábitos
Habituámo-nos a apontar o telemóvel para um código QR quase sem pensar. Fazemo-lo para consultar o menu de um restaurante, pagar o estacionamento, aceder a um bilhete, confirmar uma entrega ou abrir informação sobre um evento. Tornou-se um gesto tão comum que raramente o associamos a um risco. É precisamente essa confiança que os criminosos procuram explorar.
A cibersegurança não depende apenas da tecnologia que utilizamos para proteger computadores e telemóveis. Depende também das decisões que tomamos todos os dias. Um clique numa ligação, a introdução de uma palavra passe numa página aparentemente legítima ou a leitura de um código QR podem parecer ações banais, mas são muitas vezes o primeiro passo de uma fraude.
O phishing continua a explorar essa combinação entre tecnologia, confiança e comportamento humano. O objetivo pode ser roubar credenciais, obter informação financeira, instalar software malicioso ou simplesmente convencer a vítima a realizar uma ação que beneficia o atacante.
Nos últimos meses, uma das evoluções mais visíveis desta técnica tem sido o quishing, ou seja, a utilização de códigos QR em campanhas de phishing.
A lógica é simples. Em vez de apresentar diretamente uma ligação maliciosa........
