Hantavírus: trancas à porta
“Sem pista de aterragem, ventos razoavelmente fortes, muito difícil acesso. Seria uma semana para chegar um barco, o paciente encontra-se a receber oxigénio e o fornecimento estava a esgotar-se – por isso, tínhamos poucas opções.”
Foi assim que Ed Cartwright, comandante da 16ª Brigada Aerotransportada do Reino Unido, descreveu à Sky News a missão de seis paraquedistas, um médico intensivista e uma enfermeira que, no passado no fim de semana, aterraram na ilha Tristão da Cunha, localizada no Atlântico Sul, devido a um caso suspeito de hantavírus.
A ilha mantém o nome original em homenagem ao navegador português que a descobriu em 1506 e é o território ultramarino habitado mais remoto da Grã-Bretanha, apenas acessível por barco. Tem 221 residentes que são em grande parte........
