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As vistas curtas cegaram o primeiro-ministro. Opinião de Gonçalo Ribeiro Telles

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22.01.2026

“Na falta de um candidato democrata do espaço do PSD, um outro democrata do Partido Socialista no qual nos revemos muito pouco, António José Seguro, representa um mal menor na Presidência da República Portuguesa em comparação ao candidato extremista que já demonstrou ser inimigo dos valores de um Estado de direito democrático. Desse modo, sinalizo o voto no primeiro.” 

Era fácil, obrigatório e não demonstraria a fragilidade que Montenegro revelou ao País com a neutralidade que adotou. Mais: sinalizaria estratégia política, liderança, em vez da célebre tática nacional de vistas e tempo curtos. Marques Mendes poderia pessoalizar a coisa e dizer o mesmo, mas preferiu, tal como em toda a campanha, confirmar de vez que deixou de ter voz para lá do Governo e do primeiro-ministro. Cotrim, idem, aspas,........

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