Prémio Laranja Doce para a ministra que é detestada por Moedas e pelo CDS
Já se sabe que a governação de Luís Montenegro é um penoso exemplo de como é possível degradar a confiança nas virtualidades das instituições democráticas, ao vermos o País vegetar com uma liderança que se arrasta com uma limitada legitimidade democrática meramente formal, pela degradação dos padrões éticos exigidos para o exercício de funções públicas com um primeiro-ministro patrocinado por empresas amigas e uma visão estratégica que não vai além da sobrevivência dia a dia.
Estamos perante uma crise energética, e potencialmente económica global, num quadro marcado pelos acrescidos riscos para a segurança europeia e de esmagamento do espaço de competitividade europeu entre a agressividade da arrogância americana e o renascimento do gigante chinês.
Como ameaças de médio e longo prazo, estamos confrontados com um inverno demográfico que poderá conduzir, mesmo com a mitigação de danos resultante da imigração, a um envelhecimento acelerado e a um declínio súbito da população em idade ativa e pelas consequências dramáticas das alterações climáticas e do aquecimento global.
Se juntarmos a tudo isto a dimensão de incerteza provocada pela emergência de rompante de uma IA, que vem alterar radicalmente o mundo do trabalho e lança ameaças apocalípticas à própria sobrevivência da humanidade, vemos como é, por estes tempos, quase heróica a capacidade de ter uma visão otimista do mundo e das nossas vidas.
Perante tudo isto, temos um Governo isolado, que não procura soluções e só pensa em perdurar até umas próximas eleições. Pelo meio, tenta iludir o impacto social........
