menu_open Columnists
We use cookies to provide some features and experiences in QOSHE

More information  .  Close

'Segurança é o grande problema do Brasil', diz CEO da Ofner sobre fim das lojas 24h

7 8
07.02.2026

Editado por Stéfanie Rigamonti, espaço cobre os bastidores da economia e de negócios. Com Luana Franzão

Recurso exclusivo para assinantes

assine ou faça login

benefício do assinante

Você tem 7 acessos por dia para dar de presente. Qualquer pessoa que não é assinante poderá ler.

benefício do assinante

Assinantes podem liberar 7 acessos por dia para conteúdos da Folha.

Recurso exclusivo para assinantes

assine ou faça login

Receba no seu email as informações exclusivas da coluna Painel S.A.

Carregando...

Há sete décadas no mercado brasileiro, a rede de confeitarias e cafeterias Ofner se mantém conservadora em relação à padronização e qualidade artesanal de seus produtos, mas também teve que se adaptar para acompanhar as diversas mudanças da sociedade. Uma delas é em relação à vida noturna.

Denilson Moraes, CEO da companhia, lembra que nos anos 1980, no tempo das discotecas, era comum padarias, mercados e docerias funcionarem durante 24 horas —inclusive a Ofner. Hoje, porém, com os problemas de segurança pública e mudanças de comportamento dos jovens, é um modelo que já não tem mais viabilidade, segundo o executivo.

Com 30 lojas hoje concentradas mais em shopping centers e nenhuma unidade de rua mais funcionando 24 horas, a Ofner está iniciando em 2026 um novo ciclo de expansão para os próximos dez anos. Na metade desse ciclo, em cinco anos, pretende alcançar 50 unidades. Focada em um público mais resiliente a preços, a Ofner será estratégica na escolha da localização das novas lojas.

A empresa espera faturar R$ 400 milhões neste ano, alta de 20% em relação ao ano anterior, e projeta manter esse patamar de crescimento pelos próximos anos.

No atual processo de expansão, a empresa deve voltar a ter lojas funcionando 24 horas?
Faz tempo que não falamos dessa possibilidade. Na década de 80, essas lojas funcionavam muito........

© UOL