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João Fonseca não embolsou US$ 1 milhão, mas brilhou no MGM Slam

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02.03.2026

João Fonseca não embolsou US$ 1 milhão, mas brilhou no MGM Slam

Antes de falar sobre o que achei da atuação de João Fonseca no MGM Slam, é preciso desfazer uma confusão: o brasileiro não embolsou US$ 1 milhão. O evento distribuiu o valor entre os oito participantes, mas o prêmio do campeão era de US$ 300 mil, o que não deixa de ser excelente para um evento de três horinhas (e Fonseca ficou em quadra por uns 40 minutos).

A atuação do brasileiro foi elogiável. O primeiro jogo, contra Gael Monfils, não foi dos melhores, mas as três duplas faltas do francês (em um tie-break até dez pontos) facilitaram a vida de Fonseca. Contra Alexander Bublik, Fonseca foi melhor. Jogou mais solto. Por último, na final contra Reilly Opelka, o carioca jogou ainda melhor e foi até taticamente bem, fazendo o rival de 2,11m se movimentar e bater bolas baixas. João venceu com méritos.

O que isto significa para a sequência da temporada, com o Masters 1000 de Indian Wells começando nesta quarta-feira? Muito pouco. Foi, afinal, uma exibição, com todas as ressalvas necessárias. Desde o nível de dedicação dos adversários (Kyrgios e Bublik beiraram o patético) até o tipo de quadra e o formato da competição, com duelos de tiro curto. Somando três vitórias, Fonseca nem chegou perto de estar uma hora em quadra.

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Logo, não acho que caiba falar em "ritmo de competição" ou "confiança" após o título de um evento de exibição assim. Fonseca pode jogar bem em Indian Wells, mas não terá sido pelo tempo de quadra em Las Vegas. Do mesmo modo, uma derrota precoce na exibição não seria um sinal de fiasco no Masters 1000 californiano. Foi, sim, bacana vê-lo vencer, mas não convém exagerar na empolgação por conta de um punhado de tie-breaks.

Repito, porém, o que falei ao UOL no começo da semana. A mera presença de Fonseca em um evento assim, junto a um punhado de atletas com apelo como Monfils, Kyrgios e Bublik (além de Fritz, Opelka e Paul, tenistas da casa) mostra como o carioca vem sendo visto pelo mundo do tênis: um jovem promissor, com um tênis agressivo e atraente, e que gosta de jogar com a plateia. Não se trata de pachecada ou hype caseiro.

Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados.

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL.

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