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Entre a benção e a maldição: Djokovic e expectativas surreais aos 39

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11.07.2026

Entre a benção e a maldição: Djokovic e expectativas surreais aos 39

Andy Roddick disse na ESPN outro dia: é incrível que Novak Djokovic, hoje um tenista de meio expediente, que disputa apenas mais dúzia de torneios por ano, ainda consiga desempenhar em um nível obscenamente alto. Tão alto que ainda é considerado forte candidato ao título em qualquer slam. Era o caso nesta edição de Wimbledon, onde apenas Jannik Sinner estava à sua frente nas listas de mais cotados em casas de apostas.

Eu não poderia concordar mais com Roddick. Ao mesmo tempo, é surreal imaginar que Djokovic, aos 39 anos, seja capaz de colocar esse sarrafo tão alto e lidar com esse tipo de expectativa, que vem não só dos fãs e da crítica especializada como de si mesmo. Afinal, quem conquistou tanto e tem CEP permanente no Olimpo do tênis não pode achar agradável cair diante de Jannik Sinner tantas vezes (agora são seis derrotas nos últimos sete encontros).

Nole falou sobre isso na coletiva desta........

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