Trump revive pesadelo ao ver milhares protestando nas ruas de Minneapolis
A história não apenas se repete, ela rima com uma ironia cruel. Quase seis anos após Minneapolis se tornar o epicentro global da luta contra a violência racista, com o assassinato de George Floyd, a cidade volta a pegar fogo — desta vez sob o frio congelante de janeiro de 2026. O gatilho é novamente uma morte pelas mãos do Estado, em mais um episódio envolvendo uma minoria em direitos. Primeiro negros, agora migrantes.
O fantasma dos protestos que ajudaram a tirar Donald Trump da Casa Branca em 2020 retorna agora para assombrar seu novo mandato, no ano das eleições legislativas que podem retirar sua maioria no Congresso. Não é a Groenlândia que tira o sono do presidente, mas Minneapolis. Aliás, a polêmica sobre a ilha da Dinamarca tem servido como uma excelente distração para a insatisfação interna.
Milhares de manifestantes fecharam as ruas da cidade e da vizinha St. Paul nesta sexta (23). Não foi apenas uma passeata, mas, como informou o The New York Times, uma greve social, política e econômica, com centenas de negócios fechando as portas em solidariedade contra a repressão.
Sakamoto
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