Grandes seleções mudam perfil, e Copa terá guerra de técnicos de ponta
Grandes seleções mudam perfil, e Copa terá guerra de técnicos de ponta
Para tentar acabar com um incômodo jejum de 24 anos e, enfim, colocar a sexta estrela no peito, o Brasil resolveu radicalizar e investiu todas suas fichas na contratação de um técnico que já venceu os cinco principais campeonatos nacionais da Europa e com três títulos da Liga dos Campeões da Europa no currículo.
Mas engana-se quem pensa que Carlo Ancelotti reina sozinho nos bancos de reservas da Copa do Mundo. Em menor ou maior escala, Inglaterra, Alemanha e até o anfitrião Estados Unidos tomaram decisões semelhantes à dos pentacampeões mundiais.
Se o futebol de seleções tradicionalmente fica nas mãos de treinadores de menor relevância no cenário global (ex-jogadores de grande identificação com seus países ou profissionais que não tiveram carreira mais do que mediana em clubes), desta vez a história é um pouco diferente.
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Aberta........
