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BMW e montadoras chinesas: o que marca alemã tem a ensinar às novatas

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22.02.2026

BMW e montadoras chinesas: o que marca alemã tem a ensinar às novatas

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Recentemente, testei um carro chinês e simplesmente levei 30 minutos para conseguir reabastecer o modelo com gasolina. O sistema de destravamento da tampa do tanque de combustível não é nada óbvio. O modelo não tem nenhum botão, e destravar a porta não basta.

Há uma parte na central multimídia dedicada apenas a destravamento de janelas e portas. E nada sobre tanque de combustível no lugar. Procurei, explorei bastante o carro, busquei ajuda com os funcionários do posto, pesquisei na inteligência artificial do Google. Nada. Tive de ligar na assistência da marca para conseguir.

O acionamento do sistema estava em uma parte da central multimídia que era impossível achar, se ninguém indicasse. E assim ocorre com vários recursos da maioria dos modelos chineses. A principal razão é a obsessão pela eliminação de botões, que chegou a ser uma tendência na Europa também - mas, após rejeição dos clientes, as montadoras foram obrigadas a voltar atrás.

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