Amazônia não está à venda: as lutas indígenas para adiar o fim do mundo
Amazônia não está à venda: as lutas indígenas para adiar o fim do mundo
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Nas últimas semanas, cerca de 14 povos indígenas da região de Santarém (PA) se mobilizaram num levante em defesa do rio Tapajós. Foram mais de 700 pessoas acampadas em frente ao Terminal da Cargill, multinacional estadunidense, exigindo a revogação do Decreto Federal n.º 12.600/2025.
A luta pela revogação do decreto com os/as indígenas ocupando o porto em Santarém também deu frutos, e ele foi revogado nesta segunda (23).
Este decreto incluiu as hidrovias dos rios Tapajós, Madeira e Tocantins no Programa Nacional de Desestatização (PND). Isto abriu margem para a privatização, uma vez que o Estado repassaria a empresas, como a Cargill, o controle sobre a gestão e manutenção dessas hidrovias, afetando drasticamente a vida das populações locais.
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Moradas ancestrais de diversos povos indígenas, esses rios-territórios têm sido alvo de políticas de "desenvolvimento" e "integração" para a Amazônia, que não escutam as comunidades.
A dragagem do rio Tapajós, por........
