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Por que alta de imposto a 35% não deverá frear avanço dos carros chineses

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12.02.2026

A recomposição total do Imposto de Importação para carros eletrificados, que levará a alíquota de volta a 35% a partir de julho de 2026 (e, no caso dos kits CKD, em janeiro de 2027), tem sido aguardada ansiosamente pela indústria automotiva instalada no país.

Esse tem sido uma reivindicação da Anfavea, associação de montadoras que produzem carros no país, desde 2023. Na época, o pedido era que o governo decretasse o fim imediato da isenção ao imposto de importação para novas tecnologias. Em novembro daquele ano, em um tentativa de garantir previsibilidade às montadoras entrantes no país e de manter a concorrência justo para as fabricantes nacionais, o governo anunciou o cronograma de retorno gradual da tarifa.

Agora, com o imposto voltando ao teto histórico, a expectativa era de que o avanço chinês perdesse fôlego. Mas especialistas afirmam que a história tende a ser outra: pode haver impacto pontual no preço, mas dificilmente haverá recuo estratégico.

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A recomposição está acontecendo em etapas. Modelos totalmente importados (CBU) ou semidesmontados (SKD) - elétricos, híbridos e híbridos plug-in - pagarão 35% a partir de julho de 2026. Para kits completamente desmontados (CKD), finalizados localmente, a alíquota cheia só chega em janeiro de 2027.

Há, porém, um........

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