Por que a GWM paga menos imposto, mas cobra mais por híbridos flex
Por que a GWM paga menos imposto, mas cobra mais por híbridos flex
A GWM encontrou nos híbridos flex uma conta especialmente favorável no Brasil. Com a nova tecnologia, a marca melhora o enquadramento tributário dos carros no Mover - programa do governo federal que incentiva a mobilidade verde -, reduz a carga de IPI e, ao mesmo tempo, mantém ou até reajusta os preços de tabela.
Foi o que aconteceu com a linha 2027 do Haval H6. O SUV passou a ser flex em todas as versões, incluindo as híbridas convencionais e as plug-in, mas a mudança não veio acompanhada de redução de preço. Três versões ficaram R$ 1 mil mais caras, o GT manteve o valor anterior e a versão One voltou à gama como porta de entrada.
A mesma lógica apareceu antes no Tank 300. O SUV, apresentado pela marca como o primeiro híbrido plug-in flex do mundo, passou de R$ 338.990 para R$ 342 mil. O aumento foi tímido, de pouco mais de R$ 3 mil, mas veio justamente junto da adoção da tecnologia que reduz a tributação do modelo.
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A vantagem está na tabela do chamado IPI Verde, criada dentro do Mover. O Decreto nº 12.549/2025 estabelece uma alíquota-base de 6,3% para automóveis de passageiros. A partir daí, o imposto sobe ou desce conforme critérios como fonte de energia, tecnologia de propulsão, eficiência energética, potência, segurança e reciclabilidade.
No critério de fonte de energia e tecnologia de propulsão, os híbridos flex têm........
