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Um pesquisador brasileiro na meia maratona dos robôs na China

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30.04.2026

Um pesquisador brasileiro na meia maratona dos robôs na China

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Caio Portella começou neste ano um pós-doutorado na Universidade de Ciência e Tecnologia de Macau, ao sul da China, e meses depois estava em Pequim, como um dos quatro integrantes da equipe de robôs humanoides na meia maratona da semana passada. A universidade fica na chamada Grande Área da Baía, em torno de Shenzhen, que concentra boa parte dos saltos em tecnologia do país.

Foi um robô de lá, mas da Honor, que venceu. O da Equipe Unificada Brasil-Macau, como foi chamada, era "mais antigo, da empresa chinesa Booster, e a gente pôde ver a diferença dos robôs novos, como eles avançaram muito, muito, de um ano para o outro", conta Portella.

O robô que ele e seus três colegas chineses prepararam e monitoraram na meia maratona tem "várias habilidades, consegue chutar bola, carrega objetos, faz interações com voz, aperto de mão, uma capacidade bastante interessante de movimentos", mas era lento e ficou muito para trás —a ponto de não conseguir concluir a prova no limite de três horas e 40 minutos.

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