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Croácia não assusta como a França, mas também deve ganhar do Brasil

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31.03.2026

Croácia não assusta como a França, mas também deve ganhar do Brasil

É natural que o torcedor brasileiro esteja respirando um pouco mais aliviado nesta terça-feira.

Afinal, a Croácia não tem a mesma força, intensidade e poder de fogo da França que venceu o Brasil na semana passada.

Não há um Mbappé para transformar qualquer jogada comum chance clara de gol.

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Mas isso está longe de significar tranquilidade, sejamos sinceros.

Porque, se por um lado o adversário é menos assustador, por outro os problemas da seleção continuam exatamente os mesmos.

E isso pesa tanto quanto qualquer comparação.

O Brasil segue chegando remendado, com desfalques importantes, mudanças na escalação e, principalmente, um sistema defensivo que inspira pouca confiança.

É uma equipe que ainda busca identidade, entrosamento e segurança.

E do outro lado está uma Croácia que talvez não encante, mas compete.

Não à toa conquistou resultados expressivos nas últimas duas Copas.

Organizada, experiente e com um meio-campo que sabe controlar o ritmo do jogo, a seleção europeia costuma punir adversários desorganizados.

Exatamente o cenário que o Brasil tem apresentado.

Mais uma vez, vale reforçar: podemos jogar toda a culpa nas costas de Carlo Ancelotti.

O treinador está lidando com um elenco limitado, cortes por lesão e uma safra que, hoje, não inspira confiança alguma.

Diante disso, o jogo desta terça parece muito menos sobre "revanche de 2022" e mais sobre realidade.

E a realidade é dura.

O Brasil não entra como favorito.

Se conseguir competir de igual para igual, já será um sinal positivo pensando na Copa.

Mas, pelo que se viu recentemente, o mais provável é que a Croácia, mesmo sem assustar, leve a melhor com certa tranquilidade.

Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados.

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL

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