menu_open Columnists
We use cookies to provide some features and experiences in QOSHE

More information  .  Close

John C. Hull: antes de investir, aprenda o custo de cair

10 9
09.02.2026

Michael Viriato escreve sobre como cuidar do seu dinheiro, poupar e planejar o futuro

Recurso exclusivo para assinantes

assine ou faça login

Expressa as ideias do autor e defende sua interpretação dos fatos​

benefício do assinante

Você tem 7 acessos por dia para dar de presente. Qualquer pessoa que não é assinante poderá ler.

benefício do assinante

Assinantes podem liberar 7 acessos por dia para conteúdos da Folha.

Recurso exclusivo para assinantes

assine ou faça login

Quando alguém começa no judô, não aprende a lutar. Aprende a cair. Durante semanas o treino é só isso: como bater o braço no chão, proteger a cabeça e distribuir o impacto. Em vários esportes acontece algo semelhante. No kitesurf, por exemplo, antes de sair navegando, o aluno aprende o que fazer quando o vento muda, quando a prancha se perde ou quando a vela cai na água. Pode parecer estranho. Mas quem não aprende a cair não consegue praticar o esporte por muito tempo.

No mercado financeiro existe um equivalente desse treinamento.

Ele não envolve tatame nem mar, e sim cálculos. Instituições financeiras precisam responder todos os dias a algumas perguntas, como: o que acontece se estivermos errados amanhã, quanto custa evitar que esse erro se transforme em um problema maior e qual o melhor instrumento para esta proteção?

Bancos, gestoras e até bancos centrais convivem com juros, moedas e preços que mudam o tempo........

© UOL