Caetano deu resposta a Elis com ironia a 'Falso Brilhante'
Editor da Ilustríssima, formado em administração de empresas com mestrado em comunicação pela UFRJ. Foi editor de Opinião da Folha
Recurso exclusivo para assinantes
assine ou faça login
benefício do assinante
Você tem 7 acessos por dia para dar de presente. Qualquer pessoa que não é assinante poderá ler.
benefício do assinante
Assinantes podem liberar 7 acessos por dia para conteúdos da Folha.
Recurso exclusivo para assinantes
assine ou faça login
Há 50 anos foi lançado o álbum "Falso Brilhante", marco na trajetória de Elis Regina (1945-1982), que nos deixou precocemente.
Elis sempre foi unanimidade quanto às qualidades vocais. Extensão, técnica e afinação justificavam que fosse considerada uma das maiores ou a maior intérprete do Brasil. Havia entretanto senões de gosto a seu estilo, alguns implicavam com o repertório e outros com certos posicionamentos.
Um exemplo foi o papel que ela assumiu num movimento contra a guitarra elétrica na canção brasileira, que culminou numa passeata em julho de 1967, em São Paulo
O episódio nos revela um pouco das hesitações e disputas políticas no meio musical mais antenado nos anos que se seguiram ao golpe de 1964.
Com a crise semântica do amor do sorriso e da flor, a chamada segunda geração da bossa nova entrava em cena com uma........
