Acertadamente, Corinthians decide fazer curativo em vez de maquiagem
Jornalista e comentarista da TNT Sports. Viu Messi jogar mais de 100 vezes e há dez anos cobre o dia a dia da Liga dos Campeões
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O Corinthians entrou em campo como azarão e venceu o Flamengo no domingo pela Supercopa Rei. Assim como era zebra contra Palmeiras e Cruzeiro na Copa do Brasil do ano passado. Venceu, em mata-mata, os três melhores times do país, ao mesmo tempo em que terminou o campeonato nacional em 13º, com mais derrotas que vitórias e saldo negativo de gols.
Não compro o discurso de que o elenco "escolhe jogos", mas sei que as partidas mais importantes geram uma mobilização maior —não apenas do Corinthians. O diagnóstico que me parece mais perto da realidade é que existe uma diferença notória de qualidade dos titulares para os reservas, o que torna impossível competir no longo prazo, mas encurta as distâncias em confrontos diretos.
Hugo Souza, Matheuzinho, Gustavo Henrique, Bidu, Bidon, Memphis e Yuri estão muito acima de seus eventuais substitutos, e sem um ou outro destes, o time perde suas boas........
