Mais rica do mundo, Copa do Brasil paga 400% mais que FA Cup ao campeão
O movimento esportivo internacional, comandado por entidades privadas como COI, Fifa e Uefa, vive um dilema de credibilidade. A resposta às sanções contra a Rússia após a invasão da Ucrânia em 2022 — um movimento sem precedentes na história moderna — expôs a incoerência estrutural da Lex Sportiva quando se trata de conflitos armados.
A questão central não é discutir se um Estado agressor deve ou não ser punido. É a seletividade gritante. O esporte reagiu com força a um caso, enquanto permaneceu complacente ou indiferente a outros conflitos igualmente graves. Isso alimenta a percepção de que as federações internacionais atuam como extensões do chamado "Norte Global", alinhando suas decisões aos interesses geopolíticos das grandes potências.
O CAS, a crise de equidade e a subjetividade da "reação global"
Daniela Lima
Ou direita se soma a Flávio ou o convence a apoiá-la
Alexandre Borges
'Cancelamento' do SBT por Zezé expõe a direita 'woke'
Alicia Klein
The Best: a Fifa não cansa de passar vergonha
Carlos Nobre
É hora de indigenizar a ciência a favor do clima
As contestações das entidades russas no Tribunal Arbitral do Esporte (CAS) colocaram o princípio da igualdade no centro da disputa jurídica. A Rússia comparou explicitamente seu tratamento ao de outros países envolvidos em guerras que nunca sofreram boicotes esportivos semelhantes.
Embora o CAS tenha rejeitado todas as alegações, o tribunal revelou os critérios........
