Caso pode abalar a impunidade dos donos das redes sociais dos EUA
É jornalista e vive em Nova York desde 1985. Foi correspondente da TV Globo, da TV Cultura e do canal GNT, além de colunista dos jornais O Estado de S. Paulo e O Globo
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Começou, na Justiça da Califórnia, o primeiro julgamento que pode testar a impunidade das redes sociais no seu poder entre usuários jovens. O processo é movido por uma mulher de 20 anos, identificada pelas iniciais KGM, que responsabiliza o sistema de algoritmos usado nas plataformas pela dependência que teria afetado sua saúde mental.
O caso tem a adesão de 1.600 reclamantes, incluindo centenas de famílias e mais de 250 distritos municipais de Educação. Eles acusaram o Facebook, Instagram, YouTube, TikTok e Snapchat de ter "reprogramado a forma como seus filhos pensam, sentem e se comportam."
Outros casos avançam, um na Justiça Federal que recebeu adesão bipartidária de 32 procuradores estaduais. A Meta é alvo separado de um processo movido por duas famílias que acusam o Instagram de ter contribuído para o suicídio de seus filhos.
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