Japoneses transpiram confiança, mas times mudaram desde amistoso de Tóquio
Japoneses transpiram confiança, mas times mudaram desde amistoso de Tóquio
Quando a seleção brasileira entrou em campo para enfrentar o Japão, o sexto jogo da "Era Ancelotti", ela defendia uma invencibilidade histórica. Nunca havia perdido para os japoneses. Mas perdeu. Ganhava por 2 a 0 e levou uma incrível virada para 3 a 2 em Tóquio, no que representou a segunda derrota do técnico italiano e deixou muita gente preocupada.
Talvez a vitória histórica de 14 de outubro seja um fator de confiança, que foi esbanjada pelos japoneses após o empate contra a Suécia, quinta-feira - o placar determinou o enfrentamento com a seleção brasileira na segunda fase da Copa.
"Se jogarmos o nosso futebol, acredito que podemos vencer qualquer adversário, inclusive o Brasil", desafiou o atacante Maeda. "Nosso objetivo é conquistar o título. Antes disso, não há motivo para estarmos satisfeitos", avisou o veterano Nagatomo, 39 anos, uma surpresa da lista de convocados e em sua quinta Copa.
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