Ingressos grátis: Lusa repete a dose no mata-mata e quer virar pioneira
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Quem quiser ir ao jogo decisivo entre Portuguesa e Mixto-MT, sábado, valendo vaga nas oitavas de final da Série D do Brasileirão, não precisará pagar pelo ingresso. É isso mesmo. Sob o mote de "Todo Mundo de Graça", a diretoria da Lusa SAF resolveu abrir as portas do Canindé novamente, repetindo o que havia feito na última rodada da primeira fase - um jogo contra o Boavista-RJ, que não valia nada para efeitos de classificação, reuniu mais de 5.000 pessoas no Canindé.
E esta coluna apurou que o movimento não é pontual e não tem a ver com a hora decisiva do torneio e, sim, com a intenção de fazer da Portuguesa o primeiro clube de qualquer série do Brasileirão a oferecer futebol gratuito de forma sistemática sempre que jogar em casa.
Apesar de nunca ter sido um clube de massa, a Portuguesa é fundadora da Federação Paulista e era considerada uma das cinco grandes equipes do Estado. No século passado, o clube associativo chegou a bater a marca de 100 mil sócios e o Canindé vivia cheio para partidas do Paulistão e do Brasileiro. Com a falta de títulos e protagonismo, a torcida foi diminuindo e isso se notou especialmente nos anos 80, 90 e, claro, com a fatídica virada de século. O rebaixamento de 2002 foi o primeiro da história do clube e precedeu outros tantos.
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