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Memphis marca como Pelé e Gabriéis empatam o clássico na Vila

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Memphis marca como Pelé e Gabriéis empatam o clássico na Vila

O Hino Nacional ecoou pela lotada Vila Belmiro afora, como sempre.

As crianças que estavam como mascotes santistas faziam o sinal arreliante com que Neymar comemora gols.

O atacante mascava chiclete com a mão no peito, em sinal de respeito.

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O Santos partiu para cima e finalizou rente à trave, com Oliva, antes do 40° segundo.

No 79º clássico, 27 vitórias corintianas, 26 santistas e 25 empates, 94 a 93 em gols para os paulistanos.

Em 16 minutos, quatro escanteios cobrados por Neymar.

No quarto, o Corinthians saiu em contra-ataque, André lançou Kaio César que esticou para Memphis entrar na área, driblar dois zagueiros ao mesmo tempo e fazer um golaço, daqueles que o Rei Pelé assinaria.

Primeiro gol do holandês em 2026.

Não demoraria muito para o Santos empatar.

Gabriel Paulista escorregou no meio de campo, a bola ricocheteou em Neymar e sobrou para Gabigol partir em desabalada carreira para empatar 1 a 1.

Era mais justo pelo andamento do clássico.

O jogo era bom mais pela atuação do Santos, insinuante, leve, embora com o pecado de pouco finalizar.

Neymar ameaçava, ameaçava e ameaçava, mas ficava na ameaça.

Aos 35, sob os olhos de Taffarel, Brazão fez grande defesa em cabeçada de Gustavo Henrique.

Kaio César estreava como titular e se revelava boa opção para os raros ataques corintianos.

E foi ele quem obrigou Brazão a fazer nova ótima defesa, aos 41, para evitar o 2 a 1 dos visitantes.

Se Taffarel foi ver os dois goleiros, via Brazão melhor que Hugo Souza, que concedeu dois escanteios em bolas que iriam para fora e saiu uma vez com os pés muito mal.

No frigir dos ovos dos 50 minutos iniciais o Santos foi dominante e o Corinthians mais perigoso.

Entre Neymar e Memphis o holandês levava vantagem.

Diferentemente do primeiro tempo, o segundo começou excessivamente truncado, com faltas seguidas.

Toda expectativa que as posses de bola despertavam no primeiro tempo se transformaram em monotonia no segundo, aquela coisa do medo de perder que tira a vontade de vencer.

Rodrigo Garro e Kayke nos lugares de André e Kaio César, aos 18.

Uma animada resenha juntou Neymar e Memphis com Garro, Raniele e Gabigol no meio de campo enquanto Bontempo era atendido no gramado e trocado por Willian Arão, Parecia amistoso, tantos foram os sorrisos.

Neymar entrava em modo de prejudicar o time ao errar passes fáceis e Vinicius Lira e Thaciano foram para o jogo nos lugares de Barreal e Gabigol, aos 26.

O sol se foi, o Corinthians começou a tomar conta no belo, para ver, gramado esburacado da Vila.

Gabriel Menino e Rollheiser substituíram Oliva e Gustavo Henrique.

Carrillo saiu e Allan entrou, aos 33.

O clássico caía mais que a noite em Santos e o Peixe abria a caixa de ferramentas para parar o ataque do rival.

Luan Peres acabou por tomar dois amarelos em seguida e saiu expulso do jogo aos 42.

A blitz corintiana permitia esperar o 2 a 1 e Dorival Júnior pôs o grandalhão Pedro Raul no lugar de Raniele para jogar os 8 minutos de acréscimos.

Vinicius Lira se machucou e deixou o Santos, em prantos, com nove.

Aos 49, Gustavo Henrique derrubou Neymar perto da área e a cobrança preocupou a Fiel, aos 51, mas a cobrança foi bizarra, rasteira, para fora.

O Santos fez a cera que pôde para os acréscimos passarem rapidamente e o Corinthians não se aproveitou dos dois jogadores a mais até que Kayke foi derrubado por Rony na entrada da área.

Texto que relata acontecimentos, baseado em fatos e dados observados ou verificados diretamente pelo jornalista ou obtidos pelo acesso a fontes jornalísticas reconhecidas e confiáveis.

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