menu_open Columnists
We use cookies to provide some features and experiences in QOSHE

More information  .  Close

Ganso ensina como se bate pênaltis e classifica o Fluminense

7 0
02.03.2026

Ganso ensina como se bate pênaltis e classifica o Fluminense

O clássico nem bem tinha começado quando Canobbio foi derrubado na área e Renê fez uma palhaçada na batida, ao cobrar o pênalti em câmara lenta até bater fraco e para fora.

Batesse no gol e Léo Jardim teria defendido.

O lance, que poderia decretar o 2 a 0 no placar agregado para o Fluminense contra o Vasco na partida de volta das semifinais, e praticamente desanimar o Cruzmaltino, teve o efeito contrário: o Vasco passou a jogar melhor e a ser muito mais perigoso diante de um Tricolor irreconhecível.

Josias de SouzaExibição de força no Irã expõe fraqueza de Trump

Exibição de força no Irã expõe fraqueza de Trump

Milly LacombeFlu avança em jogo animado e cheio de erros

Flu avança em jogo animado e cheio de erros

Michelle PrazeresAlguns absurdos da cultura da produtividade

Alguns absurdos da cultura da produtividade

Mauro CezarConflito com Irã aumenta tensão pré-Copa nos EUA

Conflito com Irã aumenta tensão pré-Copa nos EUA

Daí, Renê foi desarmado ao tentar sair jogando, o lance acabou em escanteio e na cobrança, Fábio deu rebote para Robert Renan abrir o marcador, primeiro gol do zagueiro na carreira, 1 a 0 no placar do Maracanã à meia-boca, porque, você sabe, o torcedor adora os estaduais.

O 1 a 0, você sabe, significava 1 a 1 no placar agregado.

O que Renê não fez, Renan fazia.

O Fluminense buscava bater recorde histórico e ultrapassar a marca de 16 vitórias consecutivas como mandante obtida em 1941/42, sob o comando do técnico uruguaio Ondino Vieira e que o argentino Luís Zubeldia queria superar, embora, suspenso, não estivesse no banco.

Mas o empate já bastava para ir à final no domingo que vem, em jogo único.

Só que o Vasco seguiu melhor no segundo tempo, muito mais determinado, em clima de decisão, algo que passava ao largo do time das Laranjeiras, exceção feita a Canobbio.

Aos 15, Piton sentiu o músculo e deu lugar a Cuiabano.

Arana e Savarino nos lugares de Renê e John Kennedy, aos 20.

Aos 24, Freytes derrubou Andrés Gomez na área e Brenner bateu o penal para Fábio defender e mandar a bola na trave.

A decisão tinha cara de ir aos pênaltis em noite que fazer gol de pênalti parecia impossível.

Errava-se tanto que o clássico estava animadíssimo.

Nuno Moreira e Spinelli dentro, Brenner e David fora, além de Adson no lugar de Rojas.

Ganso, Guga e Ignácio dentro, Hércules, Samuel Xavier e Freytes fora, tudo entre o 30° e 33º minutos.

O Vasco seguia na frente e melhor, mais perto de fazer o gol que o classificaria do que sofrer o que o desclassificaria.

Aos 40, mão na bola de Cauan Barros e pênalti para Ganso bater, porque o futebol não tem o menor compromisso com a justiça.

O Flu empatou e garantiu a vaga na final ao empatar 1 a 1 com muita categoria, diante de 38 mil torcedores.

O Flu só não bateu o recorde de vitórias seguidas, mas Zubeldia não sabe o que é perder no Maraca à frente do tricolor carioca.

Texto que relata acontecimentos, baseado em fatos e dados observados ou verificados diretamente pelo jornalista ou obtidos pelo acesso a fontes jornalísticas reconhecidas e confiáveis.

O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL.

Grêmio aproveita expulsão, vence Grenal 450 e fica perto do título gaúcho

Everson brilha nos pênaltis, Atlético bate América e pega Cruzeiro na final

Babu diz que Chaiany tocou em parte íntima e equipe da sister se pronuncia

Arias no banco e Lucas titular; veja escalações de Palmeiras e São Paulo

Trump ameaça Guarda do Irã: 'Deponham as armas ou enfrentem a morte'


© UOL