Ganso ensina como se bate pênaltis e classifica o Fluminense
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O clássico nem bem tinha começado quando Canobbio foi derrubado na área e Renê fez uma palhaçada na batida, ao cobrar o pênalti em câmara lenta até bater fraco e para fora.
Batesse no gol e Léo Jardim teria defendido.
O lance, que poderia decretar o 2 a 0 no placar agregado para o Fluminense contra o Vasco na partida de volta das semifinais, e praticamente desanimar o Cruzmaltino, teve o efeito contrário: o Vasco passou a jogar melhor e a ser muito mais perigoso diante de um Tricolor irreconhecível.
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Daí, Renê foi desarmado ao tentar sair jogando, o lance acabou em escanteio e na cobrança, Fábio deu rebote para Robert Renan abrir o marcador, primeiro gol do zagueiro na carreira, 1 a 0 no placar do Maracanã à meia-boca, porque, você sabe, o torcedor adora os estaduais.
O 1 a 0, você sabe, significava 1 a 1 no placar agregado.
O que Renê não fez, Renan fazia.
O Fluminense buscava bater recorde histórico e ultrapassar a marca de 16 vitórias consecutivas como mandante obtida em 1941/42, sob o comando do técnico uruguaio Ondino Vieira e que o argentino Luís Zubeldia queria superar, embora, suspenso, não estivesse no banco.
Mas o empate já bastava para ir à final no domingo que vem, em jogo único.
Só que o Vasco seguiu melhor no segundo tempo, muito mais determinado, em clima de decisão, algo que passava ao largo do time das Laranjeiras, exceção feita a Canobbio.
Aos 15, Piton sentiu o músculo e deu lugar a Cuiabano.
Arana e Savarino nos lugares de Renê e John Kennedy, aos 20.
Aos 24, Freytes derrubou Andrés Gomez na área e Brenner bateu o penal para Fábio defender e mandar a bola na trave.
A decisão tinha cara de ir aos pênaltis em noite que fazer gol de pênalti parecia impossível.
Errava-se tanto que o clássico estava animadíssimo.
Nuno Moreira e Spinelli dentro, Brenner e David fora, além de Adson no lugar de Rojas.
Ganso, Guga e Ignácio dentro, Hércules, Samuel Xavier e Freytes fora, tudo entre o 30° e 33º minutos.
O Vasco seguia na frente e melhor, mais perto de fazer o gol que o classificaria do que sofrer o que o desclassificaria.
Aos 40, mão na bola de Cauan Barros e pênalti para Ganso bater, porque o futebol não tem o menor compromisso com a justiça.
O Flu empatou e garantiu a vaga na final ao empatar 1 a 1 com muita categoria, diante de 38 mil torcedores.
O Flu só não bateu o recorde de vitórias seguidas, mas Zubeldia não sabe o que é perder no Maraca à frente do tricolor carioca.
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