Galo quebra o São Paulo e Lucas Moura no sintético
Galo quebra o São Paulo e Lucas Moura no sintético
Com três grandes defesas, Rafael impediu que o Galo saísse na frente do São Paulo no Terreirão.
Everson só trabalhou uma vez, até porque o São Paulo finalizou apenas duas vezes, diferentemente do Atlético que chutou dez bolas.
A maior marca do primeiro tempo foi a das faltas: 24, um exagero.
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Do São Paulo esperava-se poupar Calleri no gramado artificial, mas Luciano é que foi para o banco.
Roger Machado deve ter incentivado o Tricolor no intervalo a chutar de fora da área, mas deveria ter pedido que os jogadores pusessem o pé na forma antes.
Aos 15, com os visitantes jogando melhor, Lucas Moura e Luciano foram para o clássico, nos lugares de Cauly e André Silva.
Bernard entrou nos anfitriões em seguida e Pérez saiu.
O jogo, ao menos, estava menos faltoso e mais aberto.
Aos 18, para tirar o zero do placar, cruzamento exatamente de Bernard na cabeça de Alan Franco que deu para o chileno Ivan Romàn fazer Galo 1 a 0, gol que impedia o primeiro 0 a 0 do Brasileirão e quebrava a invencibilidade do São Paulo.
Brilhava a estrela do Barba, treinador do Galo, ao botar a Alegria nas Pernas em campo, diante de e 37 mil torcedores.
No primeiro arranque de Lucas Moura, que odeia gramado sintético, levou um tranco, caiu e levou pancada nas costas que o tirou do jogo, trocado por Tapia.
Coincidência ou não, sina ou não, azar ou não, fato é que a última lesão seria de Lucas aconteceu no sintético do Palmeiras, em 10 de março do ano passado, nas semifinais do Paulistinha: um ano e oito dias atrás.
Dudu no jogo, aos 30, depois Lyanco, recebido como herói.
O São Paulo perdia a liderança e pode retomá-la do Palmeiras no sábado, se o vencer no Morumbi.
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