Apresentada a SAFiel 2.0, corrigida e atualizada
Apresentada a SAFiel 2.0, corrigida e atualizada
Nesta manhã os idealizadores da SAFiel promoveram esclarecedor encontro com a imprensa e alguns, ainda poucos, sócios e conselheiros do Corinthians, para apresentar o que chamaram de SAFiel 2.0.
Na verdade, um humilde, e exemplar, aperfeiçoamento da ideia original revelada em fins de outubro do ano passado.
Pouco mais de seis meses depois, fruto dos debates com os mais amplos setores da Fiel Torcida, entre os torcedores organizados e os comuns, os idealizadores — o empresário de tecnologia Carlos Teixeira e o advogado Eduardo Salusse, ao lado do também advogado Hugo Furnaro, representando o investidor, e também idealizador, Mauricio Chamati —, explicaram por cerca de uma hora as mudanças feitas no projeto inicial.
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Fundamentalmente voltado para ampliar o poder do acionista menos poderoso, no sentido de democratizar ainda mais a participação do torcedor comum, o aperfeiçoamento foi minuciosamente explicado como mostra o resumo aqui feito por Inteligência Artificial:
A SAFiel 2.0 é uma proposta atualizada de profissionalização e transformação do futebol do Corinthians em Sociedade Anônima do Futebol (SAF).
O projeto visa captar R$ 2,5 bilhões para sanar dívidas, com foco na participação popular (torcedores) e na gestão profissional, propondo a compra de ações por membros do Fiel Torcedor.
Principais Destaques da SAFiel 2.0
Captação e Estrutura: Lançamento de 10 milhões de ações, com valor unitário de R$ 250, priorizando pessoas físicas (torcedores) e oferecendo condições especiais para 10% delas.
Gestão e Propriedade: O objetivo é a profissionalização, mantendo a marca Corinthians com o clube associativo e com forte controle do torcedor na governança, sem a figura de um "dono" único.
Arena e Dívidas: O projeto inclui uma proposta para a Neo Química Arena com capacidade ampliada para 70 mil lugares e busca equilibrar o passivo financeiro estimado em mais de R$ 2,7 bilhões.
Transparência: A iniciativa foca na governança moderna, com auditorias independentes e prestação de contas, respondendo à necessidade de transparência nas finanças do clube.
Novidade 2.0: Esta versão foca na democratização, com maior abertura para a participação de organizadas e torcedores comuns na construção do projeto.
O trio revelou também a adesão ao movimento pela REDemocracia Corinthiana, lançado no último dia 25 de março, ainda em fase de estruturação.
A solução para o Corinthians, de fato, só será possível de fora para dentro, com a sensibilização possível dos que, internamente, puserem a paixão pelo clube acima de interesses menores.
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