'Me arrependi por acreditar no PCC', afirma Andinho, condenado a 700 anos
'Me arrependi por acreditar no PCC', afirma Andinho, condenado a 700 anos
Em carta de duas páginas endereçada a um juiz-corregedor, o sequestrador Wanderson Nilton de Paula Lima, 47, o Andinho, expulso do PCC (Primeiro Comando da Capital) e condenado a 700 anos, diz ter encontrado Deus na prisão e pede perdão à sociedade e à Justiça pelos crimes cometidos.
Na correspondência, Andinho admite ter errado e manifesta arrependimento por ter acreditado no PCC. Afirma que encontrou Deus na cela e que seria impossível cometer os crimes — dezenas de sequestros, um deles com morte da vítima — "se não fosse usado por espíritos malignos e como instrumento nas mãos do demônio".
O preso lembra que está atrás das grades há 23 anos, sendo 10 anos em presídios federais. Ele diz que foi "ressocializado pelo Senhor Jesus", acrescenta que o sistema prisional não restaura ninguém, pede à Justiça nova oportunidade e alega que o Wanderson do crime "ficou para trás e morreu".
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