Eduardo mandou corda para a prisão domiciliar do enforcado
Eduardo mandou corda para a prisão domiciliar do enforcado
Um dia depois do retorno de Bolsonaro à prisão domiciliar, o filho Eduardo desafiou o jejum digital imposto ao condenado. Discursando no sábado na conferência conservadora do trumpismo, declarou, com o celular em punho: "Sabem por que estou fazendo esse vídeo? Porque estou mostrando para o meu pai."
O orador soou como se quisesse desacatar Alexandre de Moraes e suas medidas cautelares desde o Texas: "Vou provar para todos no Brasil que você não pode barrar prendendo injustamente o líder desse movimento..."
De três, uma: Eduardo pode ter jogado conversa fora. Também pode ter descoberto nos Estados Unidos um Wi-Fi revolucionário, que faz conexão direta com a mente humana. Ou alguém levou até Bolsonaro o celular que ele está proibido de manusear.
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Há mil e uma histórias de gente tirando gênios de garrafas. O difícil é obrigá-los a entrar de novo. Ao transformar infração de medida cautelar em espetáculo, o gênio do clã Bolsonaro enviou corda para o domicílio prisional de um enforcado. Eduardo nunca foi um bom exemplo. Mas continua sendo um ótimo aviso.
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