Com banco falido, Vorcaro não pode virar banqueiro bilionário
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Enquanto quebrava o Banco Master, Daniel Vorcaro se equipou para o pior da melhor maneira que pôde. Antes da liquidação do Banco Central, cuidou de esconder o patrimônio conquistado na mão grande. Nenhuma investigação será vista como bem-sucedida se ao final Vorcaro puder brindar com uísque Macallan (macállan) ou vinho Petrus, recitando o bordão "banco falido, banqueiro bilionário".
A repórter Natália Portinari revela no UOL um exemplo do tipo de expediente usado pelo investigado. Às vésperas de ser liquidado pelo Banco Central, o Master borrifou R$ 285 milhões no Astralo 95, um fundo de investimento no exterior gerido a partir de São Paulo. Isso é uma gota no oceano da ocultação patrimonial.
Ao enviar Vorcaro para a cadeia pela segunda vez, há duas semana, o ministro do Supremo André Mendonça ordenou o bloqueio de R$ 22 bilhões em bens e valores. Segundo a Polícia Federal, o dono do falecido Master usou o pai, Henrique Vorcaro, como correntista laranja. Escondeu na conta dele R$ 2,2 bilhões.
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O Coaf, conselho que fiscaliza as atividades financeiras, farejou em seus relatórios a transferência de mais de R$ 700 milhões para uma holding chamada Titan, com sede nas Ilhas Cayman. Para não papel de bobos, os investigadores precisam mapear o esconde-esconde de Vorcaro antes de levar a sério seu desejo de delatar.
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Helio Hissao Shinsato
VoaCaro gerou um prejuízo de 47 a 49 bilhões de Reais ao FGC [Fundo GarantiDOR de Crédito], então o MENdONÇA deveria bloquear esse valor, e não apenas R$ 22 bilhões. VoaCaro pode continuar com muitos bilhões.
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