Bad Bunny e a masculinidade que queremos
É publicitária, escritora e produtora de conteúdo. Autora de "E Se Eu Parasse de Comprar? O Ano Que Fiquei Fora da Moda". Escreve sobre moda, consumo consciente e maternidade
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Sinto muito, mas serei obrigada a seguir falando sobre Bad Bunny. É que pelo segundo domingo consecutivo, o artista porto-riquenho, fez história. Depois de subir ao palco da cerimônia de premiação do Grammy na semana passada e se tornar o primeiro artista latino a conquistar o prêmio de Álbum do Ano, Benito Antonio Martinez Ocasio, fez história novamente ao se apresentar no halftime do Super Bowl.
Durante os 13 minutos de sua apresentação repleta de simbolismos, Bad Bunny fez inúmeras referências à cultura de seu país, recebeu no palco Lady Gaga e Ricky Martin, mostrou o gingado do "perreo" com dezenas de dançarinos de origem latina, celebrou um casamento real de um casal porto-riquenho, interagiu com ícones do cotidiano latino em cidades americanas —como Toñita, dona de um bar no Brooklyn, conhecido como Caribbean Social Club— e teceu........
