Marca d'água no Claude gera revolta e abre margem para 'IA mais burra'
Marca d'água no Claude gera revolta e abre margem para "IA mais burra"
A Anthropic decidiu colocar uma marca d'água invisível em textos gerados (e até revisados) pelo Claude para cumprir regras de transparência do AI Act, da União Europeia. A reação foi barulhenta: parte dos usuários viu a medida como um carimbo que pode "entregar" quem usa IA no trabalho e, pior, como um incentivo para a ferramenta escolher palavras não porque são as melhores, mas porque ajudam a deixar um rastro.
Assine a newsletter de IAgora? e receba toda semana análises fresquinhas de IA no seu email.
*A Anthropic publicou um texto explicando como vai funcionar a marca d'água invisível em saídas de texto do Claude, em resposta à polêmica gerada após o anúncio.
Daniela LimaCentrão 'neutro' serve a Lula em locais estratégicos
Centrão 'neutro' serve a Lula em locais estratégicos
Pedro RossiAgendas em disputa e o programa de Lula
Agendas em disputa e o programa de Lula
Alicia KleinComo explicar diferença de Fla e Palmeiras a um ET?
Como explicar diferença de Fla e Palmeiras a um ET?
CasagrandePois é, Palmeiras, o Fla chegou. E agora, Abel?
Pois é, Palmeiras, o Fla chegou. E agora, Abel?
*Segundo a Anthropic, o sistema é uma versão do SynthID-Text, tecnologia associada ao Google DeepMind, que cria padrões detectáveis a partir de probabilidades de escolha de palavras.
*Na prática, a marca não aparece como um selo visível: ela surge como um "padrão estatístico" no jeito como o modelo escolhe entre palavras parecidas quando tanto........
