Plano trilionário de Musk para a SpaceX esbarra no Brasil em 5 pontos
Plano trilionário de Musk para a SpaceX esbarra no Brasil em 5 pontos
A SpaceX, do multibilionário Elon Musk, deu início à temporada das aberturas de capital das empresas de inteligência artificial. No rastro dela virão OpenAI e Anthropic.
Muito mais complexa do que as donas de ChatGPT e Claude, a empresa aeroespacial mais bem sucedida do mundo virou, graças às manobras de Musk, um mastodonte. Ora monumental por atuar em áreas tão díspares quanto complementares como internet via satélite, redes sociais e IA. Ora desengonçado por se equilibrar entre a defesa das ofensivas imagens de IA que desnudam mulheres e a celebração do retorno à Lua. Até a última semana, as entranhas desse gigante eram um mistério, mas agora, graças a documentos enviados à SEC para dar o IPO andar, temos uma visão detalhada (veja mais abaixo).
Para quem gosta de resumo, aí vai um: se ficou famosa pelos foguetes reutilizáveis que dão ré, a SpaceX queima bilhões de dólares com IA a ponto de ter data centers ociosos e ganha dinheiro mesmo é com internet. Para a companhia, seu mercado é potenciais US$ 28,5 trilhões. Se der certo, a abertura de capital da empresa será a maior já realizada e Elon Musk será o primeiro trilionário do mundo. Mas, até essa promessa virar realidade, há riscos para contornar, e o Brasil aparece em cinco encruzilhadas. E uma coisa é certa: os entreveros com as instituições brasileiras assumirão maior peso político e passarão a mexer com os ponteiros do futuro de um dos maiores conglomerados em formação do Planeta.
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