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Ataque à OpenAI: por que IA desperta raiva incendiária na Gen Z

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20.04.2026

Ataque à OpenAI: por que IA desperta raiva incendiária na Gen Z

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Daniel Moreno-Gama, um desconhecido de 20 anos, viajou 3.125 quilômetros da pequena Spring, no Texas, até San Francisco, na Califórnia, para incendiar a casa de Sam Altman, um dos maiores executivos da inteligência artificial, e depois ir ao prédio da OpenAI e queimar tudo por lá.

Não virou tragédia. Embora improvável, o encontro não é inesperado. Daniel é da Gen Z, geração cada vez mais desgostosa e ansiosa com a IA, que tem em Sam um ícone. Embora a violência seja injustificável, o episódio simboliza a que ponto pode chegar o amargor de jovens em relação a uma incensada e controversa tecnologia. E, já que somos todos humanos aqui, note quão bizarro é ter emoções por algo como a interface gráfica de linhas de código. Mas está acontecendo —e o pior nem é isso.

Nos Estados Unidos, pesquisas vêm captando esse espírito, cada vez mais latente. Aqui no Brasil, um novo e inédito índice de confiança em plataformas digitais, a que Radar Big Tech teve acesso, mostra como os jovens estão longe da empolgação dos millennials pela IA. E o motivo, tanto lá quanto cá, é tão difícil de contornar quanto de solucionar e terá repercussões sérias: como ter fé num futuro que exigirá a coexistência com uma tecnologia simultaneamente eficiente em executar tarefas antes destinadas a mim e em fechar a porta de empresas na minha cara?

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Brasileiros entre 16 e 24 anos são os que mais usam IA, aponta a TIC Domicílios. Com 55% deles admitindo usar a tecnologia, a faixa está está à frente dos jovens adultos de 25 a 34 anos (44%) e de crianças e adolescentes de 10 a 15 anos (40%). A pesquisa do Cetic.br (Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade de Informação) mostra muito, mas não tudo, já que:

É ótima régua para medir a adoção, mas não a percepção sobre uma tecnologia. É o que faz o Índice de........

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