Como os irmãos Brazão montaram império imobiliário na política e na milícia
Como os irmãos Brazão montaram império imobiliário na política e na milícia
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Condenados pela Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal como mandantes dos assassinatos da vereadora Marielle Franco (PSOL) e do motorista Anderson Gomes, o conselheiro afastado do Tribunal de Contas do Estado do Rio Domingos Brazão e o ex-deputado federal Chiquinho Brazão ergueram um patrimônio multimilionário enquanto ocupavam cargos na política fluminense e, segundo os autos, também atuavam como chefes de milícia do Rio.
Entre abril e junho de 2024, este colunista e o repórter do UOL Pedro Canário mapeamos a existência de 162 imóveis em nome dos irmãos Brazão, de empresas controladas por eles e também dos outros quatro irmãos do clã — entre casas, apartamentos, terrenos e prédios comerciais inteiros. O patrimônio supera os R$ 150 milhões, levando-se em conta o valor atualizado dos imóveis. A reportagem do UOL, que dissecou a evolução do patrimônio, pode ser lida aqui.
É possível que o patrimônio seja maior graças a um artifício de manter propriedades através de instrumentos firmados entre particulares. A casa em que Domingos Brazão morava, no condomínio Santa Lúcia, na Barra da Tijuca, por exemplo, não está no nome dele nem no de qualquer empresa. No Brasil, é possível deter a posse de um imóvel durante anos, sem registrar em cartório, por meio dos chamados contratos de gaveta.
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