Brain Fry: A nova exaustão de quem trabalha com IA
Brain Fry: A nova exaustão de quem trabalha com IA
Nesta semana, terminei um dia de trabalho com o cérebro frito. O curioso é que tinha passado o dia quase todo conversando com a IA para testar diferentes agentes para codificação. Se eles fizeram tudo o que eu pedi, e eu não tive que programar uma linha de código sequer, por que me sentia tão esgotado?
Foi então que eu entendi que, às vezes, parecia mais cansativo descrever o que eu precisava, explicar com contexto e depois avaliar o resultado da máquina do que de fato executar logo o que deveria ser feito. Especialmente para tarefas curtas, eu estava gastando mais tempo e energia para preparar o pedido para a IA do que ir lá e executar a tarefa por conta própria.
Na hora, mandei uma mensagem para um amigo que lidera uma área de desenvolvimento de uma importante empresa no Brasil. Ele não apenas me confirmou que também se sentia assim, como aproveitou para encaminhar uma matéria recente publicada pela Harvard Business Review.
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