Lula, inicialmente incrédulo, já prevê impacto de ação dos EUA nas eleições
Decidiu-se esperar até que o presidente Lula despertasse, no sábado, dia 3, para dar a ele a notícia de que o continente sul-americano havia mudado drasticamente naquela madrugada. O encarregado do comunicado foi o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira.
Coube a ele dizer ao petista que o governo de Donald Trump havia bombardeado estados e portos da Venezuela e tirado à força, de um bunker em Caracas, o ditador venezuelano Nicolás Maduro.
A primeira reação de Lula, segundo aliados, foi de incredulidade. Depois, surpresa. Não há registro na história recente de ação semelhante. A partir daí, já se sabe o que houve: o petista fez duas reuniões de avaliação —a primeira para definir o tom da nota que divulgaria sobre o tema e a segunda para traçar cenários.
Wálter Maierovitch
Venezuela não está morta, e EUA já se preocupam
Mariana Sanches
Rubio recalcula rota após captura de Maduro
M.M. Izidoro
Hollywood também é cinema estrangeiro
Milly Lacombe
Carreira mal administrada diminui potencial de Gerson
As primeiras informações foram repassadas ao Palácio do Planalto pela embaixadora do Brasil na Venezuela. Ela está em contato permanente tanto........
