Credor pede à Justiça leilão de cobertura de R$ 9 mi onde Collor está preso
Credores de Fernando Collor de Mello acionaram a Justiça do Trabalho em Alagoas ontem para reclamar de atrasos nos pagamentos de parcelas de acordos feitos em conjunto com o ex-presidente e as empresas do seu grupo de comunicação no estado.
Nos pedidos de rescisão dos acordos feitos ao TRT (Tribunal Regional do Trabalho) de Alagoas, eles alegam que os atrasos começaram em outubro, e ao menos duas parcelas foram pagas fora do prazo de tolerância de 30 dias. Por isso, querem a execução da dívida, o que dá direito ao credor de receber o valor original integral —ou seja, mais do que fora acordado entre as partes, abatendo apenas o que já foi pago.
Se isso for aprovado, o ex-presidente terá os bens penhorados levados a leilão, entre eles a cobertura avaliada em R$ 9 milhões, em Maceió, onde cumpre pena domiciliar de 8 anos de prisão por corrupção e lavagem de dinheiro desde maio de 2025.
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No pedido feito à Justiça, o credor solicita a expedição de um ofício ao STF (Supremo Tribunal Federal) para que seja comunicado das medidas de execução sobre o imóvel penhorado.
O ex-presidente vem passando por uma crise em seus negócios. Collor é o sócio-majoritário da OAM (Organização Arnon de Mello), um grupo de empresas que congrega TVs, rádios, portal de notícias e gráfica em Alagoas. Desde 2019, a OAM está em pedido........
