Fim da 6x1 vira refém de Alcolumbre e, se passar, pode ser esvaziado no STF
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Na ressaca das novas revelações implicando Alexandre de Moraes no escândalo do Banco Master, a extinção da escala 6x1 virou moeda de barganha nos conchavos eleitorais.
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, mandou avisar que a votação da pauta —amplamente apoiada pela população brasileira, da esquerda à direita— vai ficar para depois das eleições.
Sem a pressão das urnas no cangote dos candidatos, o plano de reduzir a jornada de trabalho para 40 horas semanais, garantindo dois dias de descanso aos brasileiros com carteira assinada, parece cada vez mais distante.
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Juca KfouriLuz amarela sobre o Parque São Jorge
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Mas, ainda que venha a ser aprovado no Senado após as eleições, o fim da 6x1 corre outro risco: o de ter seus efeitos esvaziados por decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) nos temas da pejotização e da uberização.
Alcolumbre adia votação da 6x1 por sobrevivência política
Primeiro, examinemos o cálculo de........
