Cinebiografia reconecta gerações ao talento incomparável de Michael Jackson
Cinebiografia reconecta gerações ao talento incomparável de Michael Jackson
Assistir à pré-estreia do filme Michael foi uma experiência que atravessa gerações. Ao meu lado, meu filho de 13 anos, fã desde que descobriu as músicas do Jackson 5 na infância, reagia com entusiasmo a cada cena, confirmando que Michael Jackson segue vivo no imaginário de diferentes idades.O longa, dirigido por Antoine Fuqua, acerta ao concentrar energia naquilo que sustenta esse legado: as músicas, a performance incomparável e o rigor artístico de Michael. As cenas musicais são bem construídas e envolventes, traduzindo para o público atual a força que ele tinha no palco e a inventividade dos clipes, como o memorável Thriller. O filme biográfico é produzido por Graham King, o mesmo produtor do elogiado Bohemian Rhapsody sobre o astro Freddie Mercury.
As interpretações ajudam a contar essa trajetória, por vezes dramática. O carismático Juliano Valdi, na infância, e Jaafar Jackson, sobrinho de Michael, na fase adulta, ambos em excelentes performances de canto e dança, conseguem marcar a passagem do menino prodígio ao artista que buscava afirmar sua própria identidade diante de um talento fora do comum.
Entre os pontos mais fortes está a relação familiar. Colman Domingo e Nia Long interpretam pai e mãe em uma dinâmica marcada por controle, cobrança e episódios de violência. Mais um aspecto de atualidade na carreira do astro pop. A história de........
