Sem lei federal, estados e empresas criam regra própria para IA na educação
Sem lei federal, estados e empresas criam regra própria para IA na educação
A adoção de IA em sala de aula, em graduações, em pesquisa aplicada e dentro das empresas avançou mais rápido do que a capacidade do poder público, das universidades e das próprias instituições de medir aprendizagem, permanência e emprego, e mais rápido também do que a criação de regras sobre autoria, dados e uso responsável.
Governo de Goiás, por meio da Secti, Seduc, UFG, CEIA, Escola do Futuro e Fapeg, PUC-Rio e o Instituto PUC-Behring, além do MEC e CNE, no plano federal e das redes estaduais como Bahia, Mato Grosso, Rio Grande do Sul, Paraná e Tocantins ainda operam por conta própria, já que o Plano Brasileiro de Inteligência Artificial (PBIA) ainda não mostrou seus resultados ou distribuição de verbas.
Bem antes da moda de IA generativa, em 2019, a UFG (Universidade Federal de Goiás) criou o bacharelado em inteligência artificial. Goiás tem o modelo público mais antigo. A PUC-RJ opera no modelo privado e filantrópico.
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No restante do país, estados e universidades regulam cada um por conta própria enquanto o Congresso e o CNE (Conselho Nacional de Educação) ainda fecham a norma nacional enquanto o mercado já exige fluência em IA.
A Olimpíada de IA criada em Goiás com 65 equipes participantes em 2024 chegou a 2026 com 566 equipes validadas e é aberta a estudantes de todo o país. Já tem 1.698 estudantes e 566 tutores de 19 estados. Cada grupo reúne três alunos, do 9º ano do ensino fundamental ao fim do ensino médio, e um orientador.
Há treinamento, desafios de visão computacional, processamento de linguagem natural e análise de dados. Nas fases presenciais, equipes de escolas públicas e privadas são misturadas para resolver um problema real apresentado pelo governo estadual.
O estado goiano montou uma trajetória que começa na educação básica, passa por robótica e formação profissional, chega à graduação e termina em pesquisa aplicada. No Rio de Janeiro, a PUC-Rio abriu uma graduação privada em IA financiada por uma doação filantrópica de R$ 45 milhões, com mensalidade de R$ 6.561.
A Lei nº 15.388, de 14 de abril de 2026,........
