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Consumo na Copa sai da arquibancada e entra no algoritmo

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10.07.2026

Consumo na Copa sai da arquibancada e entra no algoritmo

A Copa do Mundo sempre foi tratada como um produto de mídia. Quem compra cota, quem transmite, quem aparece na transmissão, quem assina o comercial, quem cola sua marca no verde e amarelo. Em dois estudos recentes sobre marcas na Copa de 2026 fica claro que o consumo mudou de lugar.

A disputa saiu da tela e entrou na casa, na compra de última hora por aplicativo, no grupo de WhatsApp, no delivery, na busca por uma TV melhor, na escolha do bar e, agora, na resposta da inteligência artificial.

Feito pela Valometry com Ana Couto, o primeiro estudo, "Branding Brasil: Copa do Mundo", mede pessoas. Foram 1.185 respondentes, campo em abril e maio de 2026, com margem de erro de 2,85 pontos percentuais e 95% de confiança. É uma pesquisa tradicional de percepção, intenção e valor de marca.

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O segundo, da Ranqia, mede 22 perguntas feitas ao ChatGPT sobre o que comprar, onde assistir e em quem confiar durante a Copa. Um estudo olha para o repertório humano. O outro olha para o repertório algorítmico.

Cruzados, os dois estudos mostram que a Copa continua sendo um ritual coletivo, mas o consumo em torno dela está sendo........

© UOL