Para diretora de grupo que protege atletas, decisão do COI ataca mulheres
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A coluna convidou Andrea Florence para escrever neste espaço. Ela é advogada especializada em direitos humanos e diretora executiva da Sport & Rights Alliance, representando atletas e grupos impactados pelo esporte em todo o mundo.
Fui dormir ontem à noite pensando em como vou contar à minha filha sobre o que acaba de acontecer. Ela só tem 2 anos, mas temo que, em poucos anos, se ela quiser jogar futebol, em vez de apenas comprar uma chuteira e uma bola, eu também terei de levá-la ao médico para que ela possa "provar" que é realmente uma menina.
Parece loucura, mas é isso que a nova política Olímpica sobre a "proteção da categoria feminina" está propondo: que todas as mulheres e meninas precisam ser testadas antes de poderem ser consideradas "aptas" a praticar o esporte que amam. Como se não bastasse, a nova política proclama que o que define se você é mulher é a presença ou ausência de um Y no exame, deixando mulheres trans — e também algumas mulheres intersexo — mais uma vez marginalizadas.
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