Sodade des nha térra
Já fomos assim. Portugal já jogou com alma, com humildade, com raça, com uma enorme entrega e espírito de equipa. Sobretudo no tempo dos Magriços, de Eusébio, Coluna, José Augusto, Torres, Águas e companhia. Mas também depois, do Chalana, do Jordão, do Gomes, do Bento, do Damas... Do tempo em que, como dizia Gabriel Alves, os nossos jogadores comiam a relva, davam tudo o que tinham e que não tinham, e jogavam à bola. Estrelámos. E esterilizámos.
A soma de um notável conjunto de extraordinários jogadores – talvez sem par na nossa história –, só por si, não chega para fazer da Seleção uma grande equipa.
E por isso saímos precocemente (nos oitavos de final) do Mundial das Américas e dos nossos sonhos. Aos pés da Espanha. Como o Brasil caiu na remada da Noruega e a Alemanha já fora corrida a pontapé (da marca de grande penalidade) pelo Paraguai.
Confesso que, à partida, o novo modelo de Mundial alargado – com quase tantos países como a ONU – não me convenceu. Achei que os desequilíbrios eram tantos que a fase de grupos teria tanto interesse como bater em mortos. Enganei-me.
Como as novas regras da FIFA_ estão mesmo a........
